O que sei a respeito do amor
Tirando-me a sensação da dor
Faz-me entregar sem pudor
Poder amar com o coração
Deixa entregar a emoção
E poder transmitir a paixão
É a fonte da minha inspiração
Dou a você sem medo e nem restrição
Posso até escutar a canção
Ao tocar seu corpo com a mão
E com a minha boca na sua sentir a excitação
Que vai do meu corpo para o seu
Dou-te o meu apogeu
Faz-me teu
Só você sabe me fazer feliz
Me desperta os desejos
Com almejos dos seus beijos
Eu sou o seu aprendiz
Sempre querendo te amar
Envolvendo-te em meus braços
Fazendo o corpo arrepiar
Unindo-nos em laços
Nesse caminho andar
Com singelos e leves passos
Para não demorar
E a gente se encostar
Com isso termos um ao outro sem cessar
A noite toda delirar
Junto contigo sonhar
Assim eu sempre vou te amar.
Por Márcio Ferreira
Imagem: Wikipédia


Por algumas horas recordei-me da minha infância quando passávamos os dias de domingo logo de manhã jogando bola na Rua 13, por não ser muito movimentada de carros, por volta das dez da manhã começávamos a nossa diversão futebolística e ali naquela rua ficávamos até a hora do almoço, só parávamos quando as mães chamavam para almoçar, o futebol parava para o almoço, por volta das 13 horas retornávamos para a Rua 13, mas não para jogar bola e sim para ficar a toa ou andar pelas ruas do bairro
Mesmo assim íamos lá sagradamente todos os domingos de tarde depois do almoço, nunca tínhamos pensado em pedir sempre entrando escondido pulando a cerca e subindo no pé, um dia ao chegar próximo à cerca vimos o Galharde abrindo o portão, um amigo nosso tomou coragem e se aproximou do Galharde e com voz meio tremula pediu, se poderiam pegar algumas mangas que estavam no chão, por espanto de todos. O tal homem temido lhe respondeu; que sendo assim pedindo poderia até subir nas arvores e pegar direto, por anos a gente temia aquela espingarda à toa, depois de muitos hematomas causados pelo sal descobrimos que o Galharde era um velhinho muito do simpático ele só não gostava que roubássemos as frutas e sim pedíssemos a ele.






