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27 de abr de 2009

É tudo que eu vejo

tudo
(imagem: Gabriel Camilo)

Na minha frente sem muita distancia, sem muito que enxergar
Passando como um relâmpago até mesmo um furacão
Vejo algo relutando para tentar alcançar algum caminho
Que tenha sentindo ou ir para aquele caminho sem muita distorção
Eu até tento enxergar coisas que me faz sentir bem
Sem que eu desvie para um caminho obscuro
É momentos de reflexão tentar me alcançar vendo a mim mesmo
Podendo enxergar o mais profundo que eu possa
Sem que eu caia em depressão com o meu amor interior
Faço algo parecido com o dilema de tentar alcançar sempre
Tudo aquilo que eu desejo, posso ser um pouco exagerado
Mas esse exagero faz bem, porque amor de mais nunca é um sentimento mau
Sei da minha vida no instante dos meus sentimentos, sinto muito no meu coração
O amor que foi reservado para mim, mas essa reserva não foi na primeira classe
Até parece perseguição de um sofrimento que não tem fim
Está me dando esta impressão de nunca sarar a ferida
Às vezes penso que não é amor, apenas sofrimento deve ser
Há duvidas em quanto no que sinto e isso não me deixa respirar
O ar puro que o amor dá a nós quando amamos, não sou feliz assim
Esperando solução e também correndo atrás de saber que sofro
E quero mudar, dar a volta por cima, andar com os pés no chão
Passar por cima dos obstáculos e derrubar a tristeza sendo feliz por conseguir
É assim que eu quero é assim que eu vejo minha vida passando e nada acontecendo.

(Márcio Ferreira)

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